Ontem à tarde, tive uma ideia revolucionária que iria mudar o mundo. Resolvi anotar para não esquecer no período pós-trago. É, não esqueci mesmo, mas não sei como interpretar "ame o próximo"...
Aboli o espelho de minha vida! Não suporto a ideia de parecer um velho com manias irritantes, um diácono medindo seus modos, um marginal que ensaia seu "bom dia"...
Quintana não gostava, mas não resisto a olhar pra trás e ver meu próprio feito. Desejo doido de se repetir, influenciar eu mesmo, ter minha própria escola maratiana. Só não tô conseguindo agora, porque não acho minha própria característica principal... ou por custar a acreditar que essa seja o 'esquecimento'.
Professor de Inglês, Espanhol, Português e Literatura (nessa ordem), música das bandas Desvio Padrão e Malditos Koreanos e metido a guia turístico informal pelo Rio da Prata.